Publication: Prácticas sexuales y comportamiento de jóvenes universitarios frente a la prevención de infecciones de transmisión sexual
Loading...
Date
2020
Authors
Spindola, Thelma ; de Araujo, Agatha Soares de Barro ; Brochado, Erica de Jesus ; Marinho, Débora Fernanda Sousa ; Martins, Elizabeth Rose Costa ; Pereira, Thaissa da Silva
item.page.secondaryauthor
item.page.director
Publisher
Murcia: Servicio de Publicaciones de la Universidad de Murcia
publication.page.editor
publication.page.department
DOI
https://doi.org/10.6018/eglobal.382061
item.page.type
info:eu-repo/semantics/article
Description
Abstract
Objetivo: Analizar las prácticas sexuales y el comportamiento de jóvenes universitarios frente a las Infecciones Sexualmente Transmisibles. Metodología: Se trata de un estudio descriptivo, transversal, en abordaje cuantitativo realizado en una universidad privada en Río de Janeiro. Participaron 768 estudiantes, con edades entre 18 y 29 años, regularmente matriculados. Resultados: Los universitarios son solteros (58,72%), heterosexuales (85,80%) y sexualmente activos (85,16%); iniciaron actividades sexuales en el grupo de edad de 12-17 años (76,9%); el 77,83% relató tener una alianza fija y de esos 54,62% no utilizan preservativo; 50,31% informaron una multiplicidad de asociaciones sexuales, y el 62,84% no usa el preservativo en todas las relaciones sexuales. Los estudiantes informaron consumir alcohol (66,41%), siendo uso esporádico (50,39%), sin embargo, añaden que no tomaron antes de la última relación sexual (69,42%). En cuanto a los cuidados con la salud, el 57,81% buscó atención en los últimos 12 meses, siendo informada por 4,82% jóvenes la ocurrencia de infecciones sexualmente transmisibles.
Conclusión: La asunción del comportamiento de riesgo por los jóvenes los hace vulnerables a las IST. Las acciones de educación en salud y estímulo para el autocuidado del grupo son relevantes para reducir perjuicios a la salud sexual de ese contingente poblacional.
RESUMO: Objetivo: Analisar as práticas sexuais e o comportamento de universitários de uma instituição privada frente às Infecções Sexualmente Transmissíveis. Metodologia: trata-se de um estudo descritivo, transversal, em abordagem quantitativa realizado em uma universidade privada no Rio de Janeiro. Participaram 768 estudantes, com idades entre 18 – 29 anos, regularmente matriculados. Resultados: Os universitários são solteiros (58,72%), heterossexuais (85,80%) e sexualmente ativos (85,16%); iniciaram atividades sexuais na faixa etária de 12-17 anos (76,9%); 77,83% relatou ter parceria fixa e desses 54,62% não utilizam preservativo; 50,31% informaram multiplicidade de parcerias sexuais, e 62,84% não usa o preservativo em todas as relações sexuais. Os estudantes informaram fazer uso de álcool (66,41%), sendo uso esporádico (50,39%), contudo, acrescentam que não utilizaram antes da última relação sexual (69,42%). Quanto aos cuidados com a saúde, 57,81% buscou atendimento nos últimos 12 meses, sendo informada por 4,82% jovens a ocorrência de infecções sexualmente transmissíveis. Conclusão: A assunção do comportamento de risco pelos jovens torna-os vulneráveis às IST. Ações de educação em saúde e estímulo para o autocuidado do grupo são relevantes para reduzir agravos à saúde sexual desse contingente populacional.
ABSTRACT: Objective: To analyze the sexual practices and the behavior of university students regarding Sexually Transmitted Infections. Methodology: This is a descriptive, cross-sectional, quantitative study conducted at a private university in Rio de Janeiro. A total of 768 students, aged 18 to 29 years, and regularly enrolled in the institution participated in the study. Results: University students were mostly single (58.72%), heterosexual (85.80%), sexually active (85.16%), had initiated sexual life in the age group of 12-17 years (76.9%), reported having a steady partnership (77.83%), did not use condoms (54.62%), reported multiplicity of sexual partners (50.31%), and did not use condoms in all sexual intercourses (62.84%). The students reported using alcohol (66.41%), although sporadically (50.39%), but they had not used before the last sexual intercourse (69.42%). Regarding health care, 57.81% sought care in the last 12 months, and the occurrence of sexually transmitted infections was reported by 4.82% of them. Conclusion: The adoption of risky behaviors by young people makes them vulnerable to STIs. Health education actions and encouragement of self-care are relevant to reduce the sexual health problems of this population contingent.
RESUMO: Objetivo: Analisar as práticas sexuais e o comportamento de universitários de uma instituição privada frente às Infecções Sexualmente Transmissíveis. Metodologia: trata-se de um estudo descritivo, transversal, em abordagem quantitativa realizado em uma universidade privada no Rio de Janeiro. Participaram 768 estudantes, com idades entre 18 – 29 anos, regularmente matriculados. Resultados: Os universitários são solteiros (58,72%), heterossexuais (85,80%) e sexualmente ativos (85,16%); iniciaram atividades sexuais na faixa etária de 12-17 anos (76,9%); 77,83% relatou ter parceria fixa e desses 54,62% não utilizam preservativo; 50,31% informaram multiplicidade de parcerias sexuais, e 62,84% não usa o preservativo em todas as relações sexuais. Os estudantes informaram fazer uso de álcool (66,41%), sendo uso esporádico (50,39%), contudo, acrescentam que não utilizaram antes da última relação sexual (69,42%). Quanto aos cuidados com a saúde, 57,81% buscou atendimento nos últimos 12 meses, sendo informada por 4,82% jovens a ocorrência de infecções sexualmente transmissíveis. Conclusão: A assunção do comportamento de risco pelos jovens torna-os vulneráveis às IST. Ações de educação em saúde e estímulo para o autocuidado do grupo são relevantes para reduzir agravos à saúde sexual desse contingente populacional.
ABSTRACT: Objective: To analyze the sexual practices and the behavior of university students regarding Sexually Transmitted Infections. Methodology: This is a descriptive, cross-sectional, quantitative study conducted at a private university in Rio de Janeiro. A total of 768 students, aged 18 to 29 years, and regularly enrolled in the institution participated in the study. Results: University students were mostly single (58.72%), heterosexual (85.80%), sexually active (85.16%), had initiated sexual life in the age group of 12-17 years (76.9%), reported having a steady partnership (77.83%), did not use condoms (54.62%), reported multiplicity of sexual partners (50.31%), and did not use condoms in all sexual intercourses (62.84%). The students reported using alcohol (66.41%), although sporadically (50.39%), but they had not used before the last sexual intercourse (69.42%). Regarding health care, 57.81% sought care in the last 12 months, and the occurrence of sexually transmitted infections was reported by 4.82% of them. Conclusion: The adoption of risky behaviors by young people makes them vulnerable to STIs. Health education actions and encouragement of self-care are relevant to reduce the sexual health problems of this population contingent.
publication.page.subject
Citation
Enfermería Global, Vol. 19, N.º 2 (2020)
item.page.embargo
Collections
Ir a Estadísticas
Este ítem está sujeto a una licencia Creative Commons. http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/