Publication: Mesa 1. Sección 3. Género e identidades (I): Ilustración, performatividad y espacios queer.-Teoría queer y excesos de masculinidad. La performatividad y su aplicación deconstructora
Authors
Rubio, Antonio
item.page.secondaryauthor
Universidad de Murcia
item.page.director
Publisher
publication.page.editor
publication.page.department
DOI
item.page.type
info:eu-repo/semantics/other
Description
Abstract
esumen: A lo largo de estas páginas me propongo presentar un esbozo que servirá al lector para
aproximarse a la que probablemente haya sido una de las ideas más confusas y debatidas en la obra de
Judith Butler: La Teoría de la Performatividad. Siguiendo algunos análisis del post-estructuralismo y la
experiencia butleriana de los drag-activismos (los dispositivos de feminidad paródica puestos en marcha
por drags queen) me propongo explorar brevemente la posibilidad de subvertir el género y de
desenmascarar el carácter teatral de toda identidad mediante prácticas no tratadas inicialmente por la
autora de El género en disputa. Si un hombre que actúa como mujer puede operar una deconstrucción del
género ¿Podrá un hombre vestido de hombre poner en práctica la misma operación deconstuctora?
Abstract: Ao longo destas páginas pretendo apresentar um esboço que vai servir ao leitor para abordar o que provavelmente foi uma das idéias mais complexas e debatidas na obra de Judith Butler: A Teoria da performatividade. Depois de algumas considerações pós-estruturalistas e da experiência butleriana acerca dos dispositivos da feminilidade paródica protagonizados pela figura da drag queen, vou explorar brevemente a possibilidade de subverter o gênero e desmascarar a natureza teatral de qualquer identidade por meio de práticas não tratadas inicialmente pela autora de Gender Trouble. Se um homem vestido como uma mulher pode executar uma desconstrução de gênero, pode um homem vestido como homem executar a mesma operação deconstuctora?
Abstract: Ao longo destas páginas pretendo apresentar um esboço que vai servir ao leitor para abordar o que provavelmente foi uma das idéias mais complexas e debatidas na obra de Judith Butler: A Teoria da performatividade. Depois de algumas considerações pós-estruturalistas e da experiência butleriana acerca dos dispositivos da feminilidade paródica protagonizados pela figura da drag queen, vou explorar brevemente a possibilidade de subverter o gênero e desmascarar a natureza teatral de qualquer identidade por meio de práticas não tratadas inicialmente pela autora de Gender Trouble. Se um homem vestido como uma mulher pode executar uma desconstrução de gênero, pode um homem vestido como homem executar a mesma operação deconstuctora?
publication.page.subject
Citation
item.page.embargo
Ir a Estadísticas
Este ítem está sujeto a una licencia Creative Commons. http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/