Azufre rojo 2019, n. 6
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Browsing Azufre rojo 2019, n. 6 by Subject "Amor"
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- PublicationOpen AccessAmor y negror en Llansol como compromiso con la otredad(Universidad de Murcia, Editum., 2019) Fernández Navas, DavidEl texto pretende un acercamiento al carácter amoroso de la escritura de Maria Gabriela Llansol. Explica cómo ésta, igual que la de María Zambrano, lleva la defensa amorosa del devenir de Nietzsche un paso más allá, en tanto nace de un interés por la otredad en sí misma y no de una voluntad de autoafirmación. La ruptura de las nociones convencionales de tiempo, espacio e identidad será una de las vías que utiliza. En ello puede apreciarse cierta similitud con Muḥyī al-Dīn Ibn ʿArabī, de quien aprendió la necesidad de buscar un tiempo propio para el alma, diferente del cuantitativo y cuya doctrina del amor y de la santidad exige un genuino interés en la otredad en tanto otredad.
- PublicationOpen AccessNotas sobre o amor em Maria Gabriela Llansol e em Marcia Milhazes(Universidad de Murcia, Servicio de Publicaciones., 2019) Rosa, LuizaA vinculação entre o assombro provocado pelas obras de Marcia Milhazes, e o assombro provocado pela escrita de Maria Gabriela Llansol, dá forma a um enigma que não tem que ver apenas com acaso de terem sido vivenciados por mim, em dado momento da minha vida. Com efeito, considero que este assombro, tão inerente à dimensão do íntimo nas duas autoras, e pelo qual se manifesta ainda o referido caráter enigmático das duas obras, é provocado em ambas por aquilo que podemos nomear de espelhamento entre a paisagem íntima e a paisagem ao redor, sendo o espelhamento ruidoso, contíguo com paisagens solares cariocas – Brasil – em Milhazes, e o espelhamento silencioso em contiguidade com paisagens belgas, em Llansol. Sem pretenção de desenvolver aqui uma análise comparativa entre as duas autoras, quero apenas sugerir a maneira como este espelhamento se dá, a meu ver, em ambas, nomeadamente no romance-diário Finita da escritora portuguesa Llansol, em que ecoa a mística do amor de Ibn ʿArabī, e no espetáculo de dança Guarde-me, de Marcia Milhazes, no qual a diretora brasileira diz escrever cartas de amor.