Publication: “Ellas a estudiar y bailar, ellos a hacer deporte”: Un estudio de las actividades
extraescolares de los adolescentes mediante los presupuestos de tiempo
Authors
Codina, Nuria ; Pestana, José Vicente ; Castillo, Isabel ; Balaguer, Isabel
item.page.secondaryauthor
item.page.director
Publisher
Murcia: Servicio de Publicaciones de la Universidad de Murcia
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DOI
item.page.type
info:eu-repo/semantics/article
Description
Abstract
Los estudios sobre actividades extraescolares en la adolescencia
muestran que el tiempo no escolar puede utilizarse para mejorar el rendimiento
académico y el desarrollo de la persona, pero también es posible
emplearlo en conductas de riesgo o adicciones. Estos matices diferenciales
pueden analizarse mediante un presupuesto de tiempo (PT), que además
de registrar las actividades practicadas, incorpora la diversidad de las mismas
dentro del repertorio del adolescente, la distribución y la cantidad de
tiempo destinado en distintos días y las personas que les acompañan en
cada práctica. Con base en esta sensibilidad, nuestro objetivo fue conocer
los usos del tiempo al salir de la escuela, atendiendo a las relaciones interpersonales
y los patrones de repetición en las actividades extraescolares. Participaron
103 adolescentes (43 chicas, 60 chicos), entre 11 y 18 años (M =
14.1; DT = 2.0). Se utilizó un PT ad hoc, registrándose durante una semana
las actividades —físico-deportivas, de formación o artísticas—, realizadas
fuera del horario escolar, especificando con quién se realizaba cada actividad.
Los resultados obtenidos muestran escasa multiactividad, diferencias
entre chicas y chicos respecto a la realización de actividades, momentos y
tiempos de prácticas; ciertos patrones de frecuencia temporal de práctica;
diferencias en términos de horas de dedicación según actividad o género,
y predominio de la presencia de los pares. Los datos recogidos muestran
la utilidad de los PT para orientar estrategias de intervención dirigidas a
potenciar o mejorar las jornadas extraescolares, y así incidir positivamente
sobre los tiempos escolares y no escolares.
ABSTRACT: Studies of extracurricular activities in adolescence show that nonschool time can be used to improve academic performance and personal development, but it is also possible to use it in risky behaviors or addictions. These distinguishing nuances can be analyzed by a time budget (TB), which records the activities accomplished, also incorporating the diversity of activities within the whole repertoire of the teenager, as well as the distribution and amount of time spent on different days and people who accompany each practice. Drawing on this, our goal was to understand the uses of time once leaving the school, taking into account interpersonal relationships and patterns of recurrence in extracurricular activities. Participants were 103 adolescents (43 girls, 60 boys), aged 11 to 18 years (M = 14.1, SD = 2.0). An ad hoc TB was used during one week, registering the out-of-school-time activities – related to sport, education or art –, specifying who accomplished each activity with any participant. Results show little multiactivity, differences between girls and boys regarding the activities, moments and times of practices; certain patterns of temporal frequency of practice; differences in terms of hours devoted according to activity or gender, and the regular presence of peers. The data collected show the usefulness of the TB to guide intervention strategies to enhance or improve extracurricular activities sessions, thus having a positive impact on school and out-of-school time.
RESUMO: Estudos de atividades extracurriculares na adolescência mostram que o tempo não-escolar pode ser usado para melhorar o desempenho acadêmico e desenvolvimento pessoal, mas também é possível usá-lo em comportamentos de risco ou vícios. Essas nuances que distinguem-se podem ser analisados por um time budget (TB): além da coleta das atividades desenvolvidas, o TB incorpora a diversidade do das atividades dentro do repertório do adolescente, a distribuição e quantidade de tempo gasto em dias diferentes e as pessoas que acompanhar cada prática. Com base nessa sensibilidade, nosso objetivo foi compreender os usos do tempo depois de sair da escola, com base em relações interpessoais e padrões de recidiva em atividades extracurriculares. Participaram 103 adolescentes (43 meninas, 60 meninos), com idade entre 11 a 18 anos (M = 14.1, SD = 2.0). Um TB ad hoc foi utilizado, coletando por uma semana as atividades —físico- -esportivas, formação ou artística—realizadas fora do horário escolar, especificando as pessoas que acompanham a realização de cada atividade. Os resultados mostram pouca pluriatividade, diferenças entre meninas e meninos em relação à realização de atividades, momentos e tempos de práticas; certos padrões de frequência temporal da prática; diferenças em termos de horas de dedicação como atividade ou gênero, e predominância da presença dos amigos. Os dados coletados mostram a utilidade do TB para orientar as estratégias de intervenção para aumentar ou melhorar sessões extracurriculares, e, assim, ter um impacto positivo nos tempos escolares e não-escolares.
ABSTRACT: Studies of extracurricular activities in adolescence show that nonschool time can be used to improve academic performance and personal development, but it is also possible to use it in risky behaviors or addictions. These distinguishing nuances can be analyzed by a time budget (TB), which records the activities accomplished, also incorporating the diversity of activities within the whole repertoire of the teenager, as well as the distribution and amount of time spent on different days and people who accompany each practice. Drawing on this, our goal was to understand the uses of time once leaving the school, taking into account interpersonal relationships and patterns of recurrence in extracurricular activities. Participants were 103 adolescents (43 girls, 60 boys), aged 11 to 18 years (M = 14.1, SD = 2.0). An ad hoc TB was used during one week, registering the out-of-school-time activities – related to sport, education or art –, specifying who accomplished each activity with any participant. Results show little multiactivity, differences between girls and boys regarding the activities, moments and times of practices; certain patterns of temporal frequency of practice; differences in terms of hours devoted according to activity or gender, and the regular presence of peers. The data collected show the usefulness of the TB to guide intervention strategies to enhance or improve extracurricular activities sessions, thus having a positive impact on school and out-of-school time.
RESUMO: Estudos de atividades extracurriculares na adolescência mostram que o tempo não-escolar pode ser usado para melhorar o desempenho acadêmico e desenvolvimento pessoal, mas também é possível usá-lo em comportamentos de risco ou vícios. Essas nuances que distinguem-se podem ser analisados por um time budget (TB): além da coleta das atividades desenvolvidas, o TB incorpora a diversidade do das atividades dentro do repertório do adolescente, a distribuição e quantidade de tempo gasto em dias diferentes e as pessoas que acompanhar cada prática. Com base nessa sensibilidade, nosso objetivo foi compreender os usos do tempo depois de sair da escola, com base em relações interpessoais e padrões de recidiva em atividades extracurriculares. Participaram 103 adolescentes (43 meninas, 60 meninos), com idade entre 11 a 18 anos (M = 14.1, SD = 2.0). Um TB ad hoc foi utilizado, coletando por uma semana as atividades —físico- -esportivas, formação ou artística—realizadas fora do horário escolar, especificando as pessoas que acompanham a realização de cada atividade. Os resultados mostram pouca pluriatividade, diferenças entre meninas e meninos em relação à realização de atividades, momentos e tempos de práticas; certos padrões de frequência temporal da prática; diferenças em termos de horas de dedicação como atividade ou gênero, e predominância da presença dos amigos. Os dados coletados mostram a utilidade do TB para orientar as estratégias de intervenção para aumentar ou melhorar sessões extracurriculares, e, assim, ter um impacto positivo nos tempos escolares e não-escolares.
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