Browsing by Subject "Rio de Janeiro"
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- PublicationOpen AccessDa Corte às Províncias : O desenvolvimento das Caixas Econômicas Provinciais no Império do Brasil (1874-1889)(Universidad de Murcia, Servicio de Publicaciones, 2021) Alvarenga de Oliveira, ThiagoAs caixas econômicas no Brasil datam do começo da década de 1830. No entanto, o governo brasileiro cria sua primeira caixa econômica em 1861 na cidade do Rio de Janeiro. Devido ao desenvolvimento dessa caixa, o governo imperial resolveu expandir esse modelo para cada capital de província brasileira a partir de 1874. A proposta desse artigo é apresentar uma análise do desenvolvimento da poupança brasileira por meio das caixas econômicas provinciais administradas pelo governo imperial brasileiro e fazer uma comparação com os índices de crescimento com a principal caixa econômica do país, a Caixa Econômica da Corte entre 1874-1889. No limite do texto, traremos ponderações acerca do desenvolvimento dessas instituições em relação à conjuntura político-econômica específica de cada capital provincial. O texto está dividindo em quatro partes. A primeira retrocede o recorte cronológico da proposta para fazer uma breve história da poupança e das principais caixas econômicas do Brasil anteriores a criação da Caixa Econômica da Corte em 1861. A segunda discorre brevemente sobre a reforma estatutária das caixas econômicas em 1874 e a forma administrativa adotada para todas as caixas econômicas provinciais do Império do Brasil. A terceira, núcleo central do artigo, analisa o desenvolvimento dos depósitos das caixas econômicas provinciais nas duas décadas do Império do Brasil, bem como relaciona ao crescimento demográfico das províncias entre os recenseamentos de 1872 e 1890. A quarta, e última parte, trata das conclusões obtidas nas análises geral das caixas econômicas provinciais
- PublicationOpen AccessLa plenitud de la decoración barroca para una sociedad barroca en Río de Janeiro durante el siglo XIX.(Universidad de Murcia, Servicio de Publicaciones, 2022) Castro Brunetto, Carlos JavierEl siglo XIX en Río de Janeiro ejemplifica el combate entre el lenguaje barroco que pervive a través de grandes encargos artísticos que se iniciaron en ese periodo, y la progresiva llegada del gusto clásico traído por la Missão Artistica francesa de 1816 invitada por el rey de Portugal d. João VI y que dará lugar, más adelante, a la fundación de la Academia Imperial de Belas Artes. Pero ese enfrentamiento de modelos estéticos no sigue un orden cronológico a la manera de Europa, ni un estilo sucede al otro, sino que conviven en un mismo espacio y tiempo. La pervivencia de las formas organizativas del periodo colonial, la intervención del negro en la creación artística y el mecenazgo eclesiástico favorecieron que la estética barroca no solo subsistiese, sino que cobrase una fuerza extraordinaria, desoyendo los consejos académicos que propugnaban el nuevo orden clasicista. La lucha entre tradición y modernidad, barroco y clasicismo, constituye el objetivo de esta publicación, que a través del análisis de algunos casos prácticos pretende demostrar que Río de Janeiro, en el siglo XIX, también fue una ciudad notoriamente barroca.