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Repositorio Institucional de la Universidad de Murcia

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    Publication
    Open Access
    Body image and well-being in dance practitioners: An exploratory study
    (Universidad de Murcia. Servicio de publicaciones, 2021) Faria, Beatriz; Frontini, Roberta; Antunes, Raul
    Literature has been concerned with the effect of dance practice on several variables, namely well-being and body image (BI). This study aimed to analyse the perception of dance practitioners on BI and subjective well-being (positive and negative affect and satisfaction with life), comparing adolescents and adults. A sample of 91 dancers (18.08±5.12 years) was recruited and divided into two groups (adolescents 11-17 years; adults 18-34 years). The group of adolescents presented a higher perception of satisfaction with life compared to adults (p=0.041; d=-0.44). Regarding the relationships between variables, when analysing separately each group, in the group of adolescents the positive affect is related to satisfaction with life (r=0.64; p≤0.001) and negative affect (r=-0.32; p=0.026), while the negative affect is related to the hours of weekly practice (r=0.46; p=0.001). In the group of adults, positive affect is related to satisfaction with life (r=0.36; p=0.017) and weekly hours of practice (r=0.39;p=0.010), while negative affect is related satisfaction with life (r=-0.45; p=0.003). With regard to (dis)satisfaction with BI, we found that, in the group of adolescents, it is related to the years of practice (r=0.33; p=0.023) and the weekly hours of practice (r=0.32; p=0.023), while in the adults' group, satisfaction with life (r=-0.42; p=0.005) and negative affect (r=0.59; p≤0.001) are related. Our results leave some indicators that should be explored in future studies, namely seeking to understand the factors that may be mediating the relationship between BI and well-being, as well as the effect of age on this relationship.
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    Publication
    Open Access
    Efeitos psicológicos da música em praticantes de exercício: Uma revisão sistemática
    (Murcia: Servicio de publicaciones de la Universidad de Murcia, 2020) Carraça, Eliana V.
    Objetivo: Esta revisãosistemática teve o objetivo de sumariar a evidência existente sobre o efeito da presença de música durante a prática de exercício estruturado na motivação, vitalidade, resposta afetiva ao exercício e perceção subjetiva de esforço, entre outros fatores psicológicos, em praticantes regulares de exercício. Métodos: A pesquisa de artigos publicados até Janeiro de 2018 foi feita em 3 bases de dados (Pubmed, PsycINFO e SPORTDiscus), seguindo o modelo PICO, e complementada manualmente. A seguinte informação foi extraída dos artigos selecionados: tipo de estudo, características da intervenção, música (condição e instrumentos), outcomes (e instrumentos), resultados e qualidade metodológica. Esta última foi avaliada através do Quality Assessment Tool for QuantitativeStudies. Resultados: Foram incluídos 27 artigos. Destes, 4 reportaram efeitos na motivação, 11 na resposta afetiva ao esforço, 22 na perceção subjetiva de esforço e 5 nas componentes motivacionais da música. A presença de música mostrou-se positivamente associada a maiores níveis de motivação (n=3 de 4), a uma resposta afetiva ao exercício aparentemente mais positiva (n=6 de 11), mas na generalidade não se mostrou associada a menores níveis de perceção de esforço (n=14 de 22). Conclusão: Apesar da presençade música aparentar ter um efeito potencialmente positivo no nível de motivação e na resposta afetiva ao esforço, a variabilidade das amostras, dos protocolos de investigação e dos instrumentos utilizados na aferição das variáveis impossibilitam a retirada de conclusões, sublinhando a necessidade de novos estudos sobre esta temática.
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    Publication
    Open Access
    El Nostrum al Ejercicio: Cómo la Prescripción de Intensidad de Ejercicio Autoseleccionada e Impuesta se Relaciona con Resultados Afectivos, Cognitivos y Conductuales-Una Revisión Sistemática
    (Universidad de Murcia. Servicio de publicaciones, 2024) Andrade, Ana; Bastos, Vasco; Teixeira, Diogo Santos
    Permitir seleccionar la intensidad del ejercicio se ha propuesto como un método para apoyar la adherencia al ejercicio, pero no se encontró ninguna exploración extensa que contrastara este enfoque con un método de intensidad impuesta. Esta revisión sistemática explora la relación entre la intensidad del ejercicio seleccionada por el usuario y los resultados afectivos, cognitivos y conductuales en contextos de actividad física. La búsqueda se realizó en las bases de datos PubMed, SPORTDiscus y PsycINFO con los criterios de inclusión: (1) experimentales y no experimentales; (2) publicados en una revista revisada por pares; (3) escritos en inglés; (4) que exploraran la autoselección de intensidad y/o la autorregulación en contextosde ejercicio; (5) muestras con individuos de entre 18 y 64 años; y (6) centrados en individuos aparentemente sanos. Veintinueve estudios (N=749 participantes) fueron incluidos para revisión, 25 explorando el ejercicio aeróbico y cuatro de resistencia. En general, la intensidad de ejercicio autoseleccionada mostró mejores resultados afectivos, cognitivos y conductuales positivos en comparación con la prescripción de intensidad de ejercicio impuesta, pero la alta heterogeneidad en los métodos y resultados justifica la precaución al interpretar los resultados. La autoselección de la intensidad puede promover la mejora de las respuestas afectivas, las percepciones de autonomía, la autoeficacia, la intención de ser físicamente activo, y más minutos de participación en el ejercicio. Las discrepancias en los métodos de autoselección de la intensidad, las diferencias en los protocolos de ejercicio y las características de las muestras ponen de manifiesto la necesidad de realizar más estudios

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